A ingratidão é irmã gêmea da soberba, prima do mau-caratismo, sobrinha da maledicência, tia da canastrice, madrasta do falso testemunho, filha da desfaçatez — e mãe da raça humana.
Aqui está uma versão corrigida aprimorada do texto: "Aqueles que ainda não entenderam que a política governa basicamente todos os aspectos de nossas vidas contribuem para a manutenção do nosso atual estado precário de coisas. Não basta entender e não participar, reclamar dos políticos e nem sequer lembrar em quem votou na última eleição. Também não adianta exigir ações mirabolantes dos políticos eleitos, coisas completamente inexequíveis e distantes da realidade. Qual é o caminho? Conhecer os fatos reais das vidas dos políticos nos quais se quer votar, saber se as vidas deles se alinham com as propostas deles e se as propostas deles atendem às expectativas para a própria vizinhança, bairro, cidade e para o Brasil como um todo. Acompanhar o político eleito durante seu mandato, cobrar dele e reconduzi-lo ou não é fundamental. Votar por votar e depois dizer que político é tudo igual é uma desculpa muito confortável para aqueles que não querem ter responsabilidade sobre as próprias vi...
Considero “amor” uma das palavras mais sem sentido. É finita, tem prazo de validade — especialmente quando associada ao relacionamento entre duas pessoas. Na essência, o amor verdadeiro é exercido pelo ser consigo mesmo. Na verdade, a busca por outro é, muitas vezes, uma tentativa de encontrar em alguém qualidades e defeitos que, no fundo, são nossos. Mas quando se descobre que o outro possui características diferentes das nossas, ocorre uma transformação: a aceitação. E é nesse momento que percebemos que o chamado “amor” é, na verdade, companheirismo — a busca por um parceiro capaz de suportar ou aceitar a efemeridade da caminhada da vida. É difícil acreditar em coisas que não são concretas. Tudo que não é palpável acaba sendo extremamente subjetivo, passível de múltiplas interpretações, dependendo da visão de mundo de cada ser .
Fuja da soberba — vivencie o autocontrole. Não aja como um tolo — busque a sabedoria. Não alimente o ego — nutra a alma. Não aponte o cisco no olho do seu irmão — lembre-se das palavras de Jesus sobre a trave cravada nos nossos olhos, e acolha com compaixão. Não cause discórdia — agregue e una. Não confronte — apazigue os ânimos e busque a paz. Não decepcione as pessoas — seja leal e fiel. Não exija gratidão — demonstre sempre reconhecimento e apreço. Não cobre — mas doe com generosidade. Não odeie o seu semelhante — perdoe, mesmo quando for difícil. Não reclame — nem espere clemência humana; ore por justiça divina e tenha fé. Não se exima dos erros — reconheça seus equívocos e aprenda com eles. Não seja a pedra lançada — seja o abraço que conforta e acolhe. Despoje-se do orgulho — e vista-se de humildade. Troque a tola eloquência — pelo sábio silêncio e reflexão. Esqueça suas “verdades absolutas” — pois elas podem ser in...
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