ENTRE A VIGILÂNCIA E A VERDADE: O PESO DE SER LIVRE
Chega um momento em que é preciso se posicionar. O debate já não se limita ao campo das ideias: você se vê policiado, impedido de postar vídeos ou mensagens sem ser vigiado. Vivemos tempos sombrios, semelhantes aos descritos em 1984, de George Orwell. O “ministério da verdade” tupiniquim e seus asseclas trabalham a todo vapor nessa ditadura disfarçada de democracia. Não é apenas a sensação de vigilância, mas a certeza sufocante dela. O que mais incomoda são os comentários não solicitados, que surgem do nada. Eu não me importo com opiniões alheias; defendo que todos têm o direito de falar, mas não carrego a obrigação de agradar ou desagradar. Minha missão é ser eu mesmo, e minha paz é inegociável. Minha visão é de direita, mas respeito mais quem assume ser de esquerda do que os que se escondem atrás da neutralidade. Não entro mais em embates improdutivos: adequo minha conversa ao nível de compreensão do interlocutor e, quando percebo que não há avanço, deixo que ele fique com a razão. I...