TENHO DITO.
JOSÉ OREBA, Brasileiro, baiano, safo, intelectual, verborrágico, canhoto, discute sobre qualquer tema da flatulência da vaca Australiana até a liquidez das bitcoins, o suprassumo da inteligência, Q.I. 83 é o topo da raça humana, sentidos apurados, visão seletiva, ouvido moço, cérebro de camarão, e para coroar funcionário público, com certeza professor deformador de opinião, faz uns bicos de artista circense, especialista em equilibrar-se em cima do muro.
Quem se cala perante os escândalos do falso golpe de 8 de janeiro, do Banco Master, Banco Pontual, do Credicesta, da Casa Grande baiana que transformou o Estado da Bahia em uma grande senzala ideológica, dando voz e vez à galera de QI abaixo de 83, aos que aplaudem os inquéritos abertos de ofício, aos que saúdam o atropelo da Constituição de cima dos seus muros, são os isentões covardes e acéfalos cuja capacidade cognitiva apenas lhes permite apertar a tecla da urna e pular atrás dos trios em rituais que envergonham até seres unicelulares.
Vocês, a cada dia, deixam bem claro que o problema não era o Bolsonaro: é simplesmente desvio de caráter, a vontade de servir ao senhor da Casa Grande que continua a distribuir migalhas adormecidas a essa grande massa de desdentados e lobotomizados. São os intelectuais de meia-pataca, as bactérias de diploma, os vermes verborrágicos, embebidos em cerveja, enfeitiçados por futebol.
Pena que o leão do Coliseu agora apenas morda o seu salário; em Roma ele era mais útil. Saibam que, apesar disso tudo, continuarei tratando bem. Olhem para mim e reconhecerão que não sou um de vossas excelências. Apesar da cordialidade, saibam que não tenho a mínima vontade de manter qualquer espécie de contato visual, verbal ou de trabalho.
E TENHO DITO.
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