O PÁRIA


Sou um pária em todos os lugares que fantasmagoricamente sigo perambulando, até mesmo no local que chamo de casa. Durante muito tempo, eu fiquei anestesiado e não compreendi o sentido da vida. Só naveguei ao sabor do vento, destruindo histórias que não são minhas, nunca foram e jamais serão.

Hoje, pago o preço e peço perdão às pessoas que magoei, dos sonhos que destruí, de todos os sentimentos ruins aflorados pelo simples fato de eu existir. E eu tenho a plena consciência de que eu mereço cada ataque, cada praga lançada, cada xingamento direcionado. Vocês sempre estiveram certos: meu lugar não é aqui.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Odômetro da Alma

A Responsabilidade Cívica

Instruções para a Alma