ENTRE A VIGILÂNCIA E A VERDADE: O PESO DE SER LIVRE
Chega um momento em que é preciso se posicionar. O debate já não se limita ao campo das ideias: você se vê policiado, impedido de postar vídeos ou mensagens sem ser vigiado. Vivemos tempos sombrios, semelhantes aos descritos em 1984, de George Orwell. O “ministério da verdade” tupiniquim e seus asseclas trabalham a todo vapor nessa ditadura disfarçada de democracia. Não é apenas a sensação de vigilância, mas a certeza sufocante dela. O que mais incomoda são os comentários não solicitados, que surgem do nada. Eu não me importo com opiniões alheias; defendo que todos têm o direito de falar, mas não carrego a obrigação de agradar ou desagradar. Minha missão é ser eu mesmo, e minha paz é inegociável.
Minha visão é de direita, mas respeito mais quem assume ser de esquerda do que os que se escondem atrás da neutralidade. Não entro mais em embates improdutivos: adequo minha conversa ao nível de compreensão do interlocutor e, quando percebo que não há avanço, deixo que ele fique com a razão. Isso não é perversidade, é autopreservação. Fingir demência, às vezes, é a única forma de preservar a sanidade.
No campo político, o abismo cognitivo é enorme. O idioma é distorcido para servir a conveniências, e a pior herança não foi a corrupção financeira, mas a lobotomia mental que impede o povo de raciocinar. Muitos foram trancados em uma senzala ideológica, sempre culpando o outro pelos fracassos. Intelectuais de fachada e oradores vaidosos repetem frases bonitas, convencendo massas sem pensamento crítico. Como disse Umberto Eco: “As redes sociais deram voz a uma legião de imbecis”. O problema é que eles se multiplicam e já controlam o mundo.
Não me considero suprassumo da inteligência, mas formo minhas conclusões pela leitura de mundo, sem repetir discursos mofados de direita e esquerda. Enquanto o mundo avança em tecnologia, o Brasil ainda parece preso a sinais de fumaça. O maior problema do país é o próprio povo, que busca vantagem em tudo e acredita saber de tudo sem saber nada. Na educação, vejo cargos ocupados por pessoas sem preparo moral ou humano, repetidores de conhecimento que puxam tapetes e infernizam vidas. Para sobreviver, mantenho a civilidade e sigo o exemplo de Cristo: só despejo aquilo que meu coração está cheio. Não tento mudar os rancorosos e invejosos; alguns já atingiram seu limite e não evoluirão. Eles tentarão puxá-lo para baixo, mas não se sintonize. Caminhe por você, faça o melhor dentro do seu melhor e deixe que cada um trace seu próprio caminho.
"As pessoas te dão o que são, não o que você merece. o que você merece, você dá a si mesmo" adaptado do pensamento filosófico de Arthur Schopenhauer
“E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.”
(Romanos 12:2)
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